Notícia : : : : . . . . . . . . . . . . .
O 1° encontro Rede Juventude Cidadã foi um sucesso! Confira!

Fórum : : : : . . . . . . . . . . . . .

CADASTRE_SE na Rede!

Faça parte da Rede Juventude Cidadã no YAHOOGROUPS!

Artigos : : : : . . . . . . . . . . . . .

"Sacanagem"
Por: Vanderlei Martinelli

O Trabalho Infantil em Goiânia
Antônio Santiago (Goiânia - GO)
Publicado em 18/10/2005

Oportunidade : : : : . . . . . . . .
UMA GRANDE OPORTUNIDADE
Conheça o Programa Estágio Via Brasil.

O NUBE –
Núcleo Brasileiro de Estágios

Políticas para a juventude avançaram no último ano

A compreensão de que as políticas públicas voltadas para os jovens não devem atender apenas aos que estão em situação de risco foi apontada como um dos avanços ocorridos no último ano pelo secretário Nacional de Juventude, Beto Cury. Em entrevista sobre o primeiro ano de existência da secretaria, completado no dia 1º de fevereiro, Cury disse que o governo procura atender toda a juventude.

"Um avanço que eu considero significativo é uma mudança na concepção por parte do governo de superar a visão meramente emergencial de que jovem para ser beneficiado tem que estar em situação de risco", disse em entrevista à Radiobrás.

Segundo o secretário, as ações para a juventude atualmente procuram dar oportunidade a toda a população jovem do país. "Temos diversas juventudes. Não dá para se comparar a juventude urbana da periferia do grande centro com a juventude rural. São diferentes. Temos que entender que precisamos pensar uma política para essas juventudes", afirmou.
Conselho Nacional ampliou debate
Cury acredita que o Conselho Nacional de Juventude tem sido um espaço importante para a avaliação e a proposição de políticas públicas para os jovens. O conselho foi criado em agosto do ano passado e conta com 60 integrantes, sendo 40 representantes da sociedade civil e 20 do poder público. "O conselho tem sido um espaço privilegiado na consolidação da temática juvenil como política de Estado no Brasil", afirmou Cury.

O secretário destacou que o órgão tem uma formação bastante plural, com pessoas de entidades estudantis, religiosas, acadêmicas, sindicais e empresariais. Também fazem parte do conselho pessoas que trabalham a relação da juventude com temas específicos, como o meio ambiente e a realidade rural. "Nós temos representações nas cinco regiões do país, não de todos os estados, mas das cinco regiões do país. Tem representação dos estados, dos municípios e uma representação da Frente Parlamentar de Juventude da Câmara dos Deputados", acrescentou.
Para Cury, o conselho também serviu para estimular o protagonismo juvenil fora dos movimentos estudantis. "Algum tempo atrás, a temática da juventude ficava restrita ao movimento estudantil. Hoje, o movimento estudantil ainda tem uma participação e uma importância significativas para a temática, mas não é mais [o único ator]. É uma diversificação que eu considero muito positiva".
ProJovem deve alcançar 200 mil estudantes
Na mesma entrevista, Cury estimou que o Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) deverá beneficiar 200 mil jovens nos próximos meses. Segundo ele, a consolidação do Projovem é um dos principais desafios da secretaria em 2006.

Atualmente, o programa atende 90 mil estudantes e está presente em todas as capitais do país. Podem participar os jovens de 18 a 24 anos que não concluíram o ensino fundamental e que não estejam trabalhando. Eles recebem formação profissionalizante e uma bolsa-auxílio de R$ 100 por mês durante um ano para que terminem os estudos.

O ProJovem foi criado a partir das sugestões de um grupo interministerial, criado em 2004. Esse mesmo grupo estabeleceu nove desafios do governo federal para a área da juventude: (1) ampliar o acesso à escola pública de qualidade, (2) erradicar o analfabetismo entre os jovens, (3) gerar trabalho e renda, (4) qualificar para o mundo do trabalho, (5) ampliar o acesso ao esporte, ao lazer, à cultura e à tecnologia de informação, (6) assegurar direitos humanos e política afirmativa, (7) promover vida saudável, (8) ampliar o espaço de cidadania e participação social do jovem e (9) melhorar a qualidade de vida do jovem que mora no campo e nas comunidades tradicionais, como quilombolas e indígenas.

Segundo o secretário, esses desafios têm orientado todas as ações do governo para a juventude. "Para todos eles hoje o governo tem programa para enfrentá-los", disse. Entre as iniciativas, o secretário destacou na área de educação, por exemplo, o Programa Universidade para Todos (ProUni) e a proposta de criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Para a questão da formação profissional, o governo possui programas como o Escola de Fábrica e os consórcios de juventude, ação integrante do Primeiro Emprego. Além da consolidação do ProJovem, Cury disse que a secretaria vai trabalhar para fortalecer a integração dos programas desenvolvidos por diferentes ministérios. "O processo de integração dos diversos programas do governo fará com que eles se configurem como uma política nacionalmente articulada", explicou.
Fonte: Agência Brasil

 

© Rede Juventude Cidadã 2005