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"Sacanagem"
Por: Vanderlei Martinelli

O Trabalho Infantil em Goiânia
Antônio Santiago (Goiânia - GO)
Publicado em 18/10/2005

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Governo reavalia programa Primeiro Emprego

O governo federal sente a falta de eficiência do programa Primeiro Emprego. Lançado há quase três anos, desde julho de 2003, conseguiu empregar 3 936 jovens, quando o plano inicial era 260 mil vagas por ano, o que daria 780 mil jovens empregados.

O rendimento de apenas 0,5% do pretendido, levou o governo a repensar o pagamento de R$ 1,5 mil por ano para empresas contratarem jovens de 16 a 24 anos. Atualmente o programa repassa dinheiro para empresas que tradicionalmente já contratam jovens e continuariam a fazê-lo mesmo que o Primeiro Emprego não existisse. Os maiores contratadores são empresas de telemarketing, redes de supermercados, lanchonetes.

Um estudo feito pela economista Priscila Flori, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), antes do lançamento do programa, mostra que jovens conseguem emprego sim, apesar da inexperiência. Só que não ficam empregados.
"Há uma alta rotatividade e isso pode ocorrer por várias razões: desistência, falta de qualificação, volta aos estudos. Mas não necessariamente por falta de experiência, porque o primeiro emprego aparentemente eles conseguem", explica Priscila.

O Ministério do Trabalho teve acesso ao estudo de Priscila - sua tese de mestrado."Fizeram algumas modificações, mas não mudaram a idéia central do programa. Acho que preferiram apostar na idéia, que já estava para ser lançada", conta ela.

 

 

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